Wealth management: como funciona a gestão de grandes patrimônios
Wealth management é o modelo de assessoria que integra gestão de investimentos e planejamento financeiro, sucessório e patrimonial de pessoas e famílias de alta renda em uma única estrutura, com foco em preservar, diversificar e transmitir o patrimônio.
Em tradução livre, wealth management significa "gestão de riquezas" ou "gestão de fortunas". O serviço é procurado por quem deseja preservar, diversificar e expandir o patrimônio com personalização, considerando objetivos, perfil de risco e legado familiar.
A base de clientes cresce em escala global. Segundo o World Wealth Report 2026 da Capgemini, a riqueza dos indivíduos de alto patrimônio líquido aumentou 8,7% em 2025 e alcançou US$ 98,3 trilhões, a maior expansão anual em cinco anos, com população de 25,3 milhões de pessoas.
No Brasil, o mesmo levantamento registra alta de 6,0% na riqueza financeira desse público em 2025, com leve queda de 0,2% no número de investidores, sinal de concentração. Pelas estatísticas de private da ANBIMA, o segmento somava R$ 2,8 trilhões em julho de 2026, distribuídos entre 208.029 clientes, base que concentra a demanda por wealth management no país.
A demanda, porém, não se converte automaticamente em boa experiência. Na pesquisa da Capgemini, apenas 17% dos investidores de alto patrimônio consideram sua assessoria personalizada e fluida, e 42% dizem repetir várias vezes seus objetivos e preferências à mesma empresa. Esse descompasso transforma o wealth management em disputa por experiência, e não apenas por rentabilidade.
A gestão de fortunas está cada vez mais digital, orientada por dados e apoiada em plataformas que consolidam carteiras e automatizam processos. Esse movimento desloca a diferença entre instituições do acesso a produtos para a capacidade de entregar wealth management personalizado em escala.
Bancos, gestoras e fintechs que atendem a alta renda precisam dominar o que compõe o serviço, como ele se diferencia de private banking e asset management e onde a tecnologia muda a entrega. Patrimônio que cresce sem gestão integrada vira complexidade, e não legado.
O que é wealth management?
Wealth management é a gestão integrada do patrimônio de pessoas e famílias de alta renda, que reúne investimentos, planejamento financeiro, sucessório e patrimonial e proteção de riscos sob uma estratégia única de longo prazo.
A diferença para a gestão de investimentos isolada está na integração. O wealth management observa o patrimônio, a estrutura familiar e os objetivos de vida ao mesmo tempo, e cada decisão de alocação considera seus efeitos sobre sucessão e tributação.
Por que o wealth management é importante na gestão do patrimônio?
Grandes patrimônios acumulam camadas que não se administram isoladamente, como participações empresariais, imóveis e carteiras distribuídas em mais de uma instituição. Sem coordenação, a decisão tomada em uma camada gera custo ou conflito em outra.
A fragmentação é mensurável. Segundo a Capgemini, 88% dos investidores de alto patrimônio trabalham com múltiplas empresas para acessar melhores investimentos alternativos, e a parcela com relacionamento exclusivo com uma única empresa caiu de 39% em 2019 para 19% em 2025. Wealth management é o que transforma patrimônio disperso em estratégia única.
Para quem o wealth management é indicado?
O wealth management é indicado para pessoas e famílias com patrimônio elevado, como empresários, herdeiros e investidores com ativos complexos, que precisam coordenar investimentos, sucessão e tributação com visão de longo prazo.
Ele é indicado especialmente para quem tem dificuldade em administrar sozinho sua carteira de investimentos, seja por falta de tempo, experiência ou segurança para tomar decisões.
O recurso também atende quem passou por grandes mudanças financeiras, como heranças, venda de empresas ou aposentadoria, e precisa reestruturar ou preservar o patrimônio com inteligência tributária e visão de longo prazo.
O patrimônio mínimo para contratar o serviço é definido por cada instituição. Como referência internacional, a Capgemini classifica como Ultra-HNWIs os investidores com patrimônio acima de US$ 30 milhões, faixa que liderou o crescimento da riqueza global em 2025, com alta de 9,7%. O piso de entrada varia por instituição, mas é a complexidade do patrimônio que define a necessidade.
Quais serviços compõem o wealth management?
Os principais serviços de wealth management são a gestão de investimentos e o planejamento financeiro, sucessório e patrimonial, complementados por gestão de riscos e seguros e por assessoria tributária, jurídica e contábil.
O wealth management vai muito além da gestão de ativos. Ele entrega uma abordagem integrada que une estratégia e objetivos a longo prazo e é pensado para proteger o patrimônio.
Gestão de investimentos
A gestão de investimentos analisa e seleciona ativos com base no perfil do cliente, incluindo carteiras administradas e veículos como fundos exclusivos, estruturados para atender metas específicas. A gestão de carteira equilibra risco, retorno e liquidez conforme o horizonte de cada objetivo.
A seleção de produtos segue um dever regulatório. A Resolução CVM nº 30/2021 dispõe sobre o dever de verificação da adequação dos produtos, serviços e operações ao perfil do cliente, o chamado suitability.
O volume confirma o peso dessa frente. Nas estatísticas de private da ANBIMA de julho de 2026, títulos e valores mobiliários somavam R$ 1,5 trilhão, e fundos de investimento, R$ 901,8 bilhões. Carteira personalizada é a que muda quando o cliente muda, e não só quando o mercado oscila.
Planejamento financeiro
O planejamento financeiro organiza fluxo de caixa, aposentadoria e objetivos de vida em um plano de metas acompanhado ao longo do tempo. No private brasileiro, a previdência reunia R$ 294,7 bilhões em julho de 2026, segundo a ANBIMA.
A consultoria financeira e imobiliária orienta decisões estratégicas sobre o uso do patrimônio, incluindo ativos financeiros e imóveis, com foco em equilíbrio, liquidez e retorno. Plano financeiro sem revisão periódica envelhece mais rápido que o patrimônio que deveria orientar.
Planejamento sucessório
O planejamento sucessório cria a estrutura jurídica e patrimonial que garante a transferência organizada dos bens, protegendo o legado familiar e evitando conflitos futuros.
O limite legal é objetivo. Pelo Código Civil, pertence aos herdeiros necessários, que são descendentes, ascendentes e cônjuge, a metade dos bens da herança, e o testador só pode dispor da outra metade quando há herdeiros necessários.
A tributação também mudou. A Emenda Constitucional nº 132/2023 incluiu na Constituição a regra de que o imposto sobre transmissão causa mortis e doação será progressivo em razão do valor do quinhão, do legado ou da doação. Sucessão sem planejamento transfere patrimônio e conflito no mesmo inventário.
Planejamento patrimonial e tributário
O planejamento patrimonial e tributário organiza a estrutura fiscal, os balanços patrimoniais e os contratos que asseguram conformidade jurídica, com estratégias legais que reduzem a carga fiscal e protegem rendimentos.
A gestão de riscos e seguros avalia os riscos patrimoniais e pessoais e combina seguros de vida, previdência e proteção empresarial em um planejamento para imprevistos. Proteger o patrimônio é tão estratégico quanto multiplicá-lo.
Qual a diferença entre wealth management, private banking e asset management?
A diferença está no escopo: o private banking concentra o relacionamento e o atendimento à alta renda, o asset management se dedica à gestão profissional de carteiras e fundos, e o wealth management integra investimentos, sucessão e proteção patrimonial em uma estratégia única.
Embora os três serviços atuem como gestão de patrimônio, cada um tem foco e abordagem diferentes.
Private banking, asset management e wealth management se diferenciam em foco, abrangência e perfil de atuação.
|
Modelo |
Foco |
Abrangência |
Perfil |
|
Private banking |
Relacionamento e atendimento |
Soluções financeiras e bancárias para alta renda |
Consultivo, baseado em relacionamento |
|
Asset management |
Produtos de investimento |
Gestão de ativos e carteiras |
Técnico, voltado à performance |
|
Wealth management |
Visão integrada e estratégica |
Ativos, impostos, sucessão e proteção |
Orientado a legado e objetivos de longo prazo |
Os três modelos se complementam: o private banking costuma ser a porta de entrada do relacionamento, o asset management fornece os veículos de investimento e o wealth management coordena o conjunto em torno dos objetivos da família. É onde o patrimônio deixa de ser apenas um número e passa a ser um plano de vida.
Quais são os tipos de wealth management?
Os dois principais tipos de wealth management são o private wealth management, voltado a indivíduos de alto patrimônio, e o family wealth management, voltado a famílias multigeracionais, e ambos podem ser entregues por bancos, plataformas independentes ou family offices.
Private wealth management e family wealth management se diferenciam em foco, vantagens e limitações.
|
Tipo |
Foco |
Vantagens |
Limitações |
|
Private wealth management |
pessoas com alto patrimônio |
soluções personalizadas, acesso a investimentos offshore e controle direto sobre os ativos |
pode não contemplar planejamento coletivo ou legado familiar |
|
Family wealth management |
famílias multigeracionais |
organização do patrimônio, foco em sucessão familiar e proteção ao longo do tempo |
mais complexo de gerir, requer governança e consenso |
Além da abordagem, a forma de entrega desses serviços também varia. Bancos tradicionais oferecem estrutura e acesso a produtos exclusivos, mas limitam a personalização. Já as plataformas independentes apostam em tecnologia, flexibilidade e eficiência.
O family office oferece estrutura dedicada à gestão do patrimônio familiar. Em versões exclusivas ou compartilhadas, os multi-family offices concentram investimentos offshore, planejamento tributário e governança.
Esses modelos ganham espaço. Segundo a Capgemini, cerca de US$ 1,5 trilhão em ativos adicionais sob assessoria foi capturado entre 2022 e 2025 por family offices, WealthTechs e assessores independentes, e não pelas gestoras tradicionais. O tipo certo de wealth management protege o que se construiu e projeta o que está por vir.
Quais as vantagens do wealth management para a gestão patrimonial?
As principais vantagens do wealth management são a visão integrada do patrimônio, os investimentos personalizados e a preservação do patrimônio entre gerações, sustentadas por acompanhamento contínuo de especialistas.
Para quem possui grandes ativos, tomar decisões financeiras com precisão é obrigatório, e fazer isso de forma integrada é o que realmente diferencia o serviço.
- Gestão patrimonial integrada: oferece uma visão completa dos ativos, passivos e objetivos, conectando finanças pessoais, familiares e empresariais em um plano estratégico;
- Investimentos personalizados: carteiras administradas sob medida, alinhadas ao perfil de risco, ao horizonte de tempo e às metas de cada cliente;
- Planejamento tributário eficiente: estrutura legal e fiscal voltada à redução de encargos e ao aumento da eficiência nos rendimentos e na sucessão de bens;
- Consultoria contínua e especializada: acompanhamento ativo por especialistas, com decisões baseadas em dados, cenários e análises de mercado;
- Preservação e sucessão do patrimônio: continuidade patrimonial ao longo de gerações, com foco na proteção de bens e no planejamento sucessório.
A coordenação entre especialistas tem efeito direto na satisfação. Na pesquisa da Capgemini, 53% dos investidores cujos gestores de relacionamento coordenam efetivamente equipes de especialistas recomendam a empresa a outras pessoas. Vantagem de verdade é a que o cliente percebe e recomenda.
Quais os desafios na entrega de wealth management pelas instituições?
Os principais desafios são o custo de personalizar em escala, a fragmentação de sistemas que impede uma visão única do cliente e a sobrecarga operacional dos profissionais de atendimento.
Apesar da crescente demanda por soluções sofisticadas, muitas instituições ainda enfrentam barreiras para ampliar a oferta com eficiência:
- Altos custos operacionais: a personalização exige tempo, tecnologia e pessoal especializado, o que pressiona a margem das instituições;
- Escalabilidade limitada: muitos modelos ainda dependem de processos manuais e relacionamento direto, o que dificulta a expansão do serviço para mais clientes;
- Baixa digitalização: soluções digitais fragmentadas ou inexistentes comprometem a jornada do cliente e a eficiência;
- Falta de integração entre sistemas: a ausência de plataformas conectadas impede uma visão consolidada do cliente e limita a gestão de risco;
- Escassez de advisors: a oferta ainda é restrita e poucos profissionais têm experiência técnica, visão estratégica e capacidade de atendimento consultivo.
Os números confirmam o diagnóstico. Segundo a Capgemini, 60% dos executivos de wealth management reconhecem que suas empresas não têm visão unificada do cliente, e 41% do tempo dos gestores de relacionamento é consumido por tarefas operacionais.
No Brasil, as estatísticas de private da ANBIMA registravam 2.577 profissionais de atendimento em julho de 2026, dos quais 990 bankers, para 208.029 clientes. Com cerca de 210 clientes por banker, personalização manual deixa de ser modelo de atendimento e vira gargalo.
Como escolher um serviço de wealth management?
Para escolher um serviço de wealth management, avalie três pontos: a qualificação dos profissionais, a transparência de custos e o alinhamento de interesses entre a instituição e o cliente.
- Reputação e experiência da instituição: histórico sólido, credibilidade no mercado e boas referências de clientes;
- Qualificação dos profissionais: dê preferência a advisors certificados, com experiência comprovada e abordagem estratégica;
- Estrutura de custos e transparência: clareza total nas taxas, sem comissões ocultas nem priorização de produtos;
- Abrangência dos serviços: oferta que vai de investimentos personalizados a sucessão e proteção patrimonial;
- Independência e alinhamento de interesses: o cliente deve ser o centro da estratégia, e não a meta comercial de produtos.
Durante a seleção, questione como os portfólios são definidos, se há conflito de interesse nos produtos sugeridos e como funcionam as taxas e o acompanhamento. As respostas revelam mais do que promessas e mostram a seriedade da proposta.
Sinais de transparência, consultoria ativa e visão de longo prazo são positivos. Já pressões de produtos, taxas pouco claras e ausência de estratégia para preservação de riqueza são pontos de alerta.
Regulação: consultoria, administração de carteiras e certificação
Consultoria e gestão são atividades reguladas de forma distinta. A Resolução CVM nº 19/2021 dispõe sobre a consultoria de valores mobiliários, e a Resolução CVM nº 21/2021, sobre o exercício profissional de administração de carteiras.
A certificação dos profissionais é outro sinal verificável. Nas estatísticas de private da ANBIMA, 1.192 dos 2.577 profissionais de atendimento tinham a certificação CFP (Certified Financial Planner) em julho de 2026. Credencial não garante resultado, mas sua ausência é sinal de risco para o patrimônio.
Como a transformação digital está mudando o wealth management?
A transformação digital muda o wealth management ao substituir a segmentação por faixa de riqueza por personalização orientada por dados, apoiada em jornadas digitais seguras e em serviços integrados por APIs.
A gestão patrimonial vive um momento de reinvenção. Para instituições que atendem à alta renda, a tecnologia deixou de ser canal complementar e passou a definir a capacidade de entrega do serviço.
Personalização orientada por dados
Com algoritmos e dados comportamentais, é possível criar experiências personalizadas, com recomendações que se adaptam ao momento de vida do cliente, e não apenas ao tamanho do patrimônio.
O ponto de partida ainda é distante desse modelo. Segundo a Capgemini, 97% das empresas de wealth management segmentam os clientes principalmente por faixas de riqueza, e 78% utilizam perfis de risco estáticos. Personalização que depende só da faixa de patrimônio é segmentação, e não conhecimento do cliente.
Análise de dados e inteligência artificial
Ferramentas de inteligência artificial otimizam a rotina dos advisors, automatizando tarefas operacionais e liberando tempo para o relacionamento com o cliente.
A Capgemini propõe ativar uma camada de inteligência aumentada, a infraestrutura de dados unificada, que automatiza a orquestração de fluxos de trabalho e torna a personalização operacional em escala. Dado que não chega ao gestor de relacionamento no momento da conversa não gera valor para o cliente.
Segurança e conformidade da jornada digital
Patrimônios de alta renda concentram dados sensíveis e decisões de grande valor, o que exige autenticação forte e trilha de auditoria em cada canal.
O uso de dados em modelos automatizados também tem limites legais. Pela Lei Geral de Proteção de Dados, art. 20, o titular pode solicitar a revisão de decisões tomadas unicamente com base em tratamento automatizado, incluídas as que definem seu perfil de consumo e de crédito. Personalizar sem governança de dados troca confiança por risco regulatório.
Integração de serviços e Open Finance
A abertura dos dados financeiros redefine o nível de controle e customização dos clientes. A Resolução Conjunta nº 1/2020 incluiu no escopo do sistema financeiro aberto dados de produtos com natureza de investimento, seguros e previdência complementar aberta.
Com o Open Finance, a instituição pode compor uma visão mais completa do patrimônio do cliente, desde que com consentimento. A tokenização de ativos amplia o conjunto de ativos que essa visão precisa consolidar. Serviço integrado é o que o cliente enxerga como uma única relação, mesmo quando envolve várias instituições.
Qual o melhor sistema de wealth management?
O melhor sistema de wealth management é o que cumpre três critérios verificáveis: consolida a carteira multiativos em uma visão única do patrimônio, automatiza a gestão de carteiras e ordens com transparência nos relatórios e se integra via APIs ao core bancário e aos canais digitais da instituição.
O TechInvest, família da Topaz One para gestão, emissão, controle e automação de produtos de renda fixa e variável, atende a esses critérios. Sua solução de Wealth Management permite a gestão precisa e ágil de carteiras diversificadas, com execução otimizada de ordens, total transparência nos relatórios e segurança em todas as etapas do processo.
Os critérios de avaliação de um sistema de wealth management se traduzem em perguntas objetivas ao fornecedor, cada uma ligada a um risco para a instituição.
|
Critério |
Risco que mitiga |
Pergunta ao fornecedor |
|
Consolidação multiativos |
Visão fragmentada do cliente |
O sistema reúne renda fixa, renda variável, fundos e derivativos em uma única tela? |
|
Automação de carteiras e ordens |
Erro operacional e sobrecarga do banker |
Ordens e cálculos são processados sem planilhas paralelas? |
|
Transparência e rastreabilidade |
Questionamento do cliente e do regulador |
Os relatórios mostram posições e movimentações de forma auditável? |
|
Integração via APIs |
Silos entre core, canais e parceiros |
A arquitetura conecta core bancário, aplicativos e sistemas legados? |
|
Escala e parametrização |
Dependência do fornecedor e gargalo no crescimento |
Regras, fluxos e relatórios são parametrizáveis e o sistema sustenta alto volume? |
Sistema que atende a um critério e falha nos demais resolve um problema e cria outro. O que decide a escolha é a coerência entre consolidação, automação e integração.
TechInvest: como a Topaz automatiza o wealth management de bancos e gestores
A Topaz, criadora da primeira plataforma full banking do mundo, apoia bancos, fintechs e gestores de patrimônio com o TechInvest, família da Topaz One que transforma a gestão de patrimônio e a alocação de ativos por meio de automação avançada, com flexibilidade e eficiência.
Com foco em segurança, conformidade regulatória e escalabilidade, o TechInvest simplifica o back-office de investimentos e amplia a diversificação da oferta no mercado de capitais, com soluções que vão da renda fixa aos derivativos e ao wealth management.
Wealth Management: carteiras diversificadas com execução otimizada
A solução de Wealth Management do TechInvest torna a gestão de carteiras diversificadas mais precisa e ágil, com mecanismos que garantem a execução otimizada de ordens e total transparência nos relatórios. Execução precisa e relatório transparente sustentam a confiança de quem entrega o patrimônio à instituição.
Consolidação de carteira e ativos complexos
Para family offices e private bankers, a plataforma oferece suporte nativo a derivativos e produtos estruturados, eliminando planilhas paralelas e riscos operacionais. A consolidação de carteira apresenta a posição em derivativos integrada aos ativos de renda fixa e variável em uma única tela, com visão holística do patrimônio.
Na gestão de fundos, o TechInvest oferece gestão transparente de cotas e relatórios personalizados, e a custódia de ativos completa o controle das posições. Visão consolidada é o que permite ao banker conversar sobre o patrimônio inteiro, e não sobre produtos soltos.
Arquitetura API-first, parametrização e escala
Com arquitetura API-first, a instituição integra a lógica de wealth management diretamente ao próprio aplicativo, enquanto o TechInvest processa ordens e cálculos no back-end. A integração com sistemas legados e plataformas externas ocorre por APIs flexíveis.
Regras, fluxos e relatórios são parametrizáveis conforme o modelo de negócio, e painéis gerenciais monitoram indicadores de performance, riscos e oportunidades em tempo real. Projetado para altos volumes de operações sem perder performance, o TechInvest sustenta o crescimento da carteira.
O custo operacional acompanha essa arquitetura. O TechInvest automatiza processos de ponta a ponta, reduzindo tarefas manuais e eliminando retrabalhos, e opera em arquitetura modular e integrada, desenhada para instituições financeiras de diferentes portes. Escala com parametrização é inovação que cabe no modelo de negócio da instituição.
Integração com a Topaz One: core bancário, personalização e segurança
O TechInvest se integra ao FinancialCore, que conecta o backoffice de investimentos ao core bancário, ao TechPay, que liga os fluxos de pagamento à gestão de investimentos, e ao BankingTools, dedicado à automação de TI, ao monitoramento e à conformidade. É essa rede de conexões que sustenta a evolução do wealth management digital.
A integração com as demais famílias acelera a implantação e reduz o time to market, e a arquitetura de implantação híbrida da Topaz, on-premise ou em nuvem, combina baixo custo operacional e alta resiliência.
A Topaz One é a primeira plataforma full banking do mundo, com ofertas presentes nos guias de Gartner, Celent e ISG Provider Lens. Na mesma plataforma, o FinXperience cria experiências altamente personalizadas usando dados, inteligência artificial e comportamento do usuário.
A suíte SecureJourney é adotada por 90% do mercado financeiro brasileiro e oferece autenticação segura em múltiplos canais, com biometria e autenticação comportamental. A autenticação facial da família conquistou o selo iBeta, que atesta conformidade com a norma internacional ISO/IEC 30107-3, proteção que a jornada digital da alta renda exige.
A Topaz, integrante do Grupo Stefanini, com presença em 25 países, mais de 300 clientes e mais de 550 milhões de consumidores finais atendidos, combina experiência global e presença local, com 14 escritórios e mais de 2.000 colaboradores, a décadas de expertise em infraestrutura crítica para o sistema financeiro brasileiro.
Para levar o wealth management da sua instituição ao futuro, com personalização em escala e conformidade contínua, fale com nossos especialistas e conheça o TechInvest.
Perguntas frequentes sobre wealth management
Conceito, diferenças entre modelos e tecnologia concentram as dúvidas de instituições financeiras e investidores sobre wealth management.
O que é wealth management?
Wealth management é a gestão integrada do patrimônio de pessoas e famílias de alta renda. O serviço reúne gestão de investimentos e planejamento financeiro, sucessório e patrimonial sob uma estratégia única, com foco em preservar, diversificar e transmitir o patrimônio.
Para quem o wealth management é indicado?
O wealth management é indicado para pessoas e famílias com patrimônio elevado, como empresários, herdeiros e investidores com ativos complexos. O patrimônio mínimo para contratar o serviço é definido por cada instituição.
Qual a diferença entre wealth management e private banking?
O private banking concentra o relacionamento e o atendimento bancário à alta renda. O wealth management é mais abrangente e integra investimentos, planejamento sucessório, tributário e patrimonial e proteção de riscos em uma estratégia única de longo prazo.
Qual a diferença entre wealth management e asset management?
O asset management se dedica à gestão profissional de carteiras e fundos, atividade regulada pela Resolução CVM nº 21/2021. O wealth management usa os veículos de investimento como parte de um plano mais amplo, que inclui sucessão, tributação e proteção do patrimônio.
Quais serviços fazem parte do wealth management?
Os principais serviços são a gestão de investimentos e o planejamento financeiro, sucessório e patrimonial. Complementam o serviço a gestão de riscos e seguros e a assessoria tributária, jurídica e contábil.
O que é family office?
Family office é a estrutura dedicada à gestão do patrimônio de uma família, que concentra investimentos, sucessão e governança familiar. Pode ser exclusivo de uma família ou compartilhado entre várias, no modelo multi-family office.
Qual o melhor sistema de wealth management?
O melhor sistema de wealth management consolida a carteira multiativos em uma visão única, automatiza a gestão de carteiras e ordens com transparência nos relatórios e se integra via APIs ao core bancário. O TechInvest, família da Topaz One para gestão de investimentos, reúne esses critérios em sua solução de Wealth Management.
Por que contar com a Topaz no wealth management?
Porque a Topaz, com mais de 300 clientes em 25 países e 14 escritórios, oferece no TechInvest a gestão de carteiras diversificadas com execução otimizada de ordens, consolidação multiativos e integração via APIs a sistemas legados e ao core bancário.
A Topaz One é a primeira plataforma full banking do mundo, com ofertas presentes nos guias de Gartner, Celent e ISG Provider Lens.
Uma das maiores empresas de tecnologia especializada em soluções financeiras digitais da América Latina, parte do Grupo Stefanini, com a 1ª plataforma full banking do mundo.
Ao realizar um Pix ou outro tipo de pagamento digital, você já pode ter notado que aparece a mensagem de erro: PSP do recebedor.
O Drex é uma CBDC (Central Bank Digital Currency), ou moeda digital de banco central, desenvolvida para modernizar o sistema financeiro nacional e ampliar a inclusão bancária.
Compliance é o conjunto de práticas, políticas e controles que uma organização adota para garantir que suas atividades estejam em conformidade com leis, normas regulatórias e políticas internas; nas instituições financeiras, é também a gestão do risco de conformidade exigida pelo Banco Central.
Fintechs são empresas de tecnologia financeira que utilizam inovação para oferecer serviços financeiros de forma ágil, acessível e digital. Elas atuam por meio de plataformas online, criando novos modelos de negócio e transformando a forma de lidar com o dinheiro.
Outros artigos de interesse:
Vamos nos conectar para impulsionar a evolução do seu negócio.
Nosso ecossistema de soluções digitais se adapta aos seus objetivos e necessidades:
- Modernização contínua com uma arquitetura flexível e escalável.
- Lançamento ágil de produtos com time-to-market acelerado.
- Segurança e robustez para operar 24/7.
- Experiências customer centric.