Open Banking: o que é e como conecta o sistema financeiro

O Open Banking é o compartilhamento padronizado de dados e serviços financeiros entre instituições autorizadas, feito por APIs e com o consentimento do cliente, e é a base do Open Finance, nome que o sistema financeiro aberto brasileiro adotou em 2022.
Com o Open Banking, o cliente autoriza o acesso às suas informações financeiras por diferentes instituições e passa a controlar quem usa esses dados, para qual finalidade e por quanto tempo. Para as instituições, a mesma autorização abre espaço para produtos mais personalizados e decisões mais precisas.
A base regulatória é explícita. A Resolução Conjunta nº 1, de 4 de maio de 2020, do Conselho Monetário Nacional e do Banco Central, define o modelo como o compartilhamento padronizado de dados e serviços por meio de abertura e integração de sistemas.
A mesma norma fixa os objetivos do modelo: incentivar a inovação, promover a concorrência, aumentar a eficiência e promover a cidadania financeira.
O nome mudou e o escopo se consolidou. Pela Resolução Conjunta nº 4/2022, em vigor desde 2 de maio de 2022, o sistema financeiro aberto passou a se chamar Open Finance, e o termo Open Banking continua a designar o compartilhamento de dados e serviços bancários que deu origem ao modelo.
A adoção acelerou nos bancos. Na Pesquisa Febraban de Tecnologia Bancária 2026, os consentimentos ativos nas instituições da amostra chegaram a 102,8 milhões em 2025, alta de 122% sobre 2024, e os clientes que aderiram ao Open Finance somaram 44,9 milhões.
O valor capturado, porém, ainda não acompanha o volume. Na mesma pesquisa, apenas 7% dos bancos extraem benefícios significativos do Open Finance, enquanto 52% projetam obtê-los no futuro.
É essa distância entre dado compartilhado e valor capturado que transforma o Open Banking em questão de arquitetura, e não só de conformidade. Instituição que apenas cumpre a regra abre seus dados; a que integra o Open Banking à jornada transforma dados em relacionamento.
Como funciona o Open Banking?
O Open Banking funciona por consentimento e APIs: o cliente autoriza, com prazo e finalidade definidos, que uma instituição acesse seus dados ou inicie serviços em outra, e as instituições trocam essas informações por interfaces padronizadas, com autenticação feita nas credenciais que o cliente já usa no próprio banco.
O princípio central do Open Banking é o consentimento do usuário. Os clientes têm o direito de autorizar ou revogar o compartilhamento de seus dados a qualquer momento, o que garante controle sobre suas informações.
A regulação detalha como esse consentimento deve ser obtido. A Resolução Conjunta nº 1/2020, no art. 10, exige que ele seja solicitado em linguagem clara, objetiva e adequada, se refira a finalidades determinadas e tenha validade compatível com essas finalidades, limitada a doze meses.
O compartilhamento de dados ocorre por meio de APIs, as interfaces de programação de aplicações, que permitem a comunicação segura e padronizada entre diferentes sistemas financeiros. Essas APIs funcionam como pontes digitais entre bancos, fintechs e demais participantes autorizados.
Por exemplo, uma fintech de crédito pode acessar o histórico de transações de um cliente em outro banco para oferecer um empréstimo personalizado com base no perfil de gastos e renda desse cliente.
O Open Banking não é um aplicativo específico, e sim um conjunto de regras, padrões e tecnologias que integra instituições financeiras. Quem trata o Open Banking como projeto de TI isolado perde a parte que gera receita: o uso dos dados na jornada.
Quais são as fases de implementação do Open Banking no Brasil?
A implementação do Open Banking no Brasil ocorreu em quatro fases definidas pelo Banco Central: dados públicos de produtos e canais, dados cadastrais e transacionais com consentimento, serviços de iniciação de pagamento e encaminhamento de proposta de crédito e, por fim, dados de câmbio, investimentos, seguros e previdência.
- Fase 1, dados públicos: compartilhamento de dados sobre canais de atendimento e sobre produtos e serviços oferecidos pelas instituições, como tarifas e taxas. Os consumidores passaram a comparar ofertas com dados padronizados e mais transparência.
- Fase 2, dados de clientes: compartilhamento de dados cadastrais e transacionais, mediante consentimento. Instituições autorizadas passaram a acessar informações como saldos e histórico de transações, sempre com autorização prévia do cliente.
- Fase 3, serviços: iniciação de transações de pagamento e encaminhamento de propostas de crédito. Com isso, os iniciadores de transação de pagamento (ITPs) passaram a executar pagamentos em nome do cliente sem que ele acesse o internet banking da instituição de origem.
- Fase 4, novos produtos: integração de dados de câmbio, investimentos, seguros e previdência complementar aberta. Essa etapa marcou a transição para o Open Finance e deu ao cliente uma visão mais completa da vida financeira.
O Banco Central atua como regulador do sistema: define princípios, objetivos e regras de consentimento, estabelece padrões e supervisiona os participantes.
Da jornada sem redirecionamento ao Pix por aproximação
A evolução continuou depois das fases. Em 2 de agosto de 2024, o Banco Central publicou as Resoluções BCB nº 406 e nº 407, que regulamentaram a jornada sem redirecionamento e viabilizaram o Pix em carteiras digitais, inclusive por aproximação, com os padrões de segurança do Open Finance.
A camada seguinte chegou em 22 de junho de 2026, quando o cliente passou a poder compartilhar saldo e limite ao vincular sua conta ao Pix por Aproximação ou ao autorizar transferências automáticas.
Segundo o Banco Central, o recurso busca aumentar a efetividade dos pagamentos, já que saldo insuficiente é um dos principais motivos de falha. O Open Banking deixou de ser vitrine de dados e virou infraestrutura de pagamento.
Quais dados são compartilhados no Open Banking?
No Open Banking são compartilhados dados cadastrais, dados transacionais, dados de produtos e serviços contratados e serviços de iniciação de pagamento, sempre de forma granular, com o cliente escolhendo qual informação autoriza compartilhar e por quanto tempo.
Dados cadastrais
Informações de identificação do cliente, como nome completo, CPF ou CNPJ, endereço, telefone, e-mail, filiação e renda declarada. São os dados utilizados para abertura de conta e validação de identidade em outras instituições.
Dados transacionais
Histórico de movimentações em conta-corrente, conta-poupança, cartões de crédito e operações de crédito, como empréstimos e financiamentos. Inclui saldos, extratos, faturas e comportamento de pagamento, base essencial para uma análise de crédito personalizada.
Dados de produtos e serviços contratados
nformações sobre quais produtos financeiros o cliente possui na instituição: tipos de conta, modalidades de crédito, limites, taxas contratadas, prazos e condições. Permite que a instituição receptora ofereça contraproposta competitiva.
Serviços de iniciação de pagamento
Mais do que dados, é a possibilidade de uma instituição autorizada, o iniciador de transação de pagamento (ITP), executar pagamentos em nome do cliente. O serviço viabiliza, por exemplo, fazer um Pix dentro de um aplicativo que não é do banco de origem dos recursos.
Em todos os casos, o cliente mantém três direitos: ser informado claramente sobre o que está autorizando, contar com um prazo de validade limitado a doze meses e cancelar a autorização a qualquer momento. Consentimento bem desenhado é o que separa dado compartilhado de dado confiável.
Qual é a diferença entre Open Banking e Open Finance?
A diferença entre Open Banking e Open Finance está na abrangência: Open Banking designa o compartilhamento de dados e serviços bancários, e Open Finance designa o modelo ampliado a câmbio, investimentos, seguros e previdência, adotado como nome oficial do sistema financeiro aberto brasileiro em 2 de maio de 2022.
Escopo, origem do termo e situação regulatória resumem o que distingue os dois conceitos no Brasil.
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Critério |
Open Banking |
Open Finance |
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Escopo |
contas, crédito, pagamentos e serviços bancários |
inclui câmbio, investimentos, seguros e previdência |
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Origem do termo |
modelo que deu origem ao sistema financeiro aberto |
denominação adotada pela Resolução Conjunta nº 4/2022 |
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Situação regulatória |
etapa inicial da implementação |
nome e escopo vigentes do sistema |
Na operação, os dois termos descrevem a mesma infraestrutura de APIs e consentimento, e a diferença entre open banking e open finance pesa mais no escopo de dados do que na arquitetura. Quem investe em Open Banking já está construindo a base do Open Finance.
Quais são as vantagens do Open Banking?
As vantagens do Open Banking aparecem em dois lados: para os clientes, personalização, comparabilidade e mobilidade entre instituições; para as instituições financeiras, inovação acelerada, redução de custos operacionais e ampliação de mercado.
Para os clientes
- Personalização: com acesso aos dados dos clientes, as instituições podem criar soluções adaptadas ao perfil de cada pessoa, como ofertas de crédito com melhores taxas, carteiras de investimentos personalizadas ou produtos de seguros específicos;
- Comparabilidade: os consumidores conseguem comparar mais facilmente os produtos oferecidos por diferentes instituições, escolhendo aquele que oferece melhores condições, tarifas ou benefícios;
- Mobilidade: o cliente pode trocar de banco ou contratar serviços em outras instituições sem precisar fornecer novamente todos os seus dados, o que reduz burocracias e aumenta a liberdade de escolha.
Para as instituições financeiras
- Inovação acelerada: a integração de dados de diferentes fontes favorece o desenvolvimento de novos serviços digitais, como painéis financeiros integrados e análise preditiva de comportamento;
- Redução de custos operacionais: com processos automatizados por meio de APIs, as instituições reduzem custos com atendimento, manutenção de sistemas desatualizados e integrações manuais;
- Ampliação de mercado: fintechs e instituições menores passam a ter mais condições de competir com grandes bancos, ao oferecer serviços personalizados e com custo competitivo.
O valor que os bancos enxergam começa no acesso a dados. Na Pesquisa Febraban 2026, obter acesso a dados financeiros é a forma de extrair valor do Open Finance citada por 92% das instituições, e o uso atual se concentra em CRM, com 51% dos casos, seguido de pagamentos, com 16%, e agregação de informações, com 15%.
Esse uso é a base da hiperpersonalização para aumentar a fidelização de clientes. Dado que não chega à oferta é custo de conformidade, e não vantagem competitiva.
Quem pode participar do Open Banking?
A participação no Open Banking é obrigatória, no compartilhamento de dados, para as instituições enquadradas nos segmentos S1 e S2, e voluntária para as demais instituições autorizadas pelo Banco Central, como fintechs, cooperativas de crédito e instituições de pagamento fora desses segmentos.
Nos serviços, a regra muda. Pelo art. 6º da Resolução Conjunta nº 1/2020, a iniciação de transação de pagamento é obrigatória para as instituições detentoras de conta e para os iniciadores, e o encaminhamento de proposta de crédito é obrigatório para as instituições com contrato de correspondente cujo objeto contemple essa atividade.
Para participar, a instituição segue os requisitos técnicos e os procedimentos operacionais da Resolução BCB nº 32/2020, detalhados em manuais de escopo de dados e serviços, além de estrutura de governança, conformidade com a LGPD e capacidade de proteger os dados dos usuários. A obrigação regulatória é a mesma para todos; a vantagem está em quem a transforma em produto.
O papel do Open Banking na inclusão financeira
O Open Banking contribui para a inclusão financeira ao ampliar o acesso a crédito e serviços, permitir produtos ajustados a quem tem pouco histórico bancário e reduzir custos de transação, em linha com o objetivo de promover a cidadania financeira fixado pela Resolução Conjunta nº 1/2020.
- Acesso a serviços financeiros: a falta de acesso a contas e crédito é uma das principais barreiras à inclusão. O compartilhamento de dados aumenta a concorrência e a oferta de serviços.
- Customização de produtos financeiros: com uma visão mais abrangente do perfil financeiro do cliente, as instituições criam produtos adequados inclusive a públicos historicamente subatendidos.
- Redução de custos e barreiras: processos mais eficientes e automatizados diminuem os custos para as instituições e, por sua vez, para os clientes.
- Estímulo à inovação: startups e fintechs usam os dados compartilhados para criar produtos para segmentos negligenciados pelos bancos tradicionais.
Os bancos já medem esse efeito na análise de risco. Um executivo de TI ouvido pela Pesquisa Febraban 2026 relata que o compartilhamento via Open Finance já melhora a acuracidade de variáveis essenciais, como a renda, com captura de fluxos em múltiplas instituições. Renda comprovada por fluxo real é crédito que chega a quem o cadastro tradicional não enxergava.
O Open Banking é seguro?
Sim. O Open Banking é regulamentado e supervisionado pelo Banco Central e se apoia em consentimento explícito, autenticação forte, compartilhamento bilateral por APIs padronizadas e participação restrita a instituições autorizadas, em conformidade com a Lei Geral de Proteção de Dados.
Cada pilar tem regra definida. Segundo o Banco Central, o consentimento explícito exige uma autorização específica e autenticada, na qual o cliente controla de qual banco quer compartilhar, por quanto tempo e em que condições.
A autenticação reforça esse controle, porque usa as mesmas credenciais, como senha e biometria, que o cliente já usa no próprio banco. Uma autenticação de usuário forte é o que impede que o compartilhamento seja autorizado por quem não é o titular.
Os clientes mantêm controle sobre os dados compartilhados e podem cancelar a autorização a qualquer tempo. Ainda assim, a percepção de risco pesa: na Pesquisa Febraban 2026, 11% dos bancos apontam a incerteza do cliente em compartilhar dados pessoais como fator que influencia a adesão. Segurança no Open Banking é o que converte consentimento em confiança.
Quais são os principais desafios do Open Banking?
Os principais desafios do Open Banking para as instituições financeiras são integrar APIs com qualidade, gerir consentimentos de forma auditável, garantir interoperabilidade, modernizar sistemas legados e transformar dados compartilhados em benefício que o cliente perceba.
- Integração com APIs: a padronização das APIs é essencial para garantir o funcionamento adequado do ecossistema. Erros ou falhas de integração podem comprometer a experiência do usuário;
- Gestão de consentimento: as instituições precisam desenvolver mecanismos seguros, eficientes e auditáveis para gerenciar o consentimento dos usuários e garantir a conformidade com a LGPD;
- Interoperabilidade: a comunicação entre diferentes plataformas e sistemas exige compatibilidade técnica e operacional, o que pode demandar ajustes complexos nos sistemas;
- Modernização de sistemas: muitos bancos ainda operam com infraestruturas que não suportam a agilidade necessária para o Open Banking. A atualização ou substituição desses sistemas pode ser custosa;
- Cultura organizacional: a transformação digital exigida pelo Open Banking envolve também mudança de mentalidade, novos modelos de negócio e capacitação de equipes.
O desafio de valor é o mais recente. Na Pesquisa Febraban 2026, 56% dos bancos apontam casos de uso atrativos ao cliente como fator de adesão ao Open Finance, e 28% citam a compreensão do cliente sobre o que é o sistema. A adesão cresce quando o cliente enxerga o benefício, e não quando a instituição cumpre o cronograma.
Qual é o papel da arquitetura modular e do core bancário no Open Banking?
A arquitetura modular e o core bancário moderno sustentam o Open Banking porque expõem dados e serviços por APIs com escalabilidade, isolam mudanças regulatórias em módulos e processam grandes volumes em tempo real sem comprometer a estabilidade da operação.
Uma arquitetura baseada em microsserviços e APIs abertas permite que os componentes do sistema bancário operem de forma independente, com escalabilidade e facilidade de manutenção. Esse é o princípio do core banking modular. Com esse modelo, é possível:
- atualizar ou trocar módulos sem afetar o sistema inteiro;
- integrar rapidamente novos serviços e parceiros;
- reduzir o tempo de lançamento de novos produtos (time-to-market);
- garantir maior estabilidade e disponibilidade do sistema.
Os agregadores financeiros mostram o que essa arquitetura permite entregar. Segundo a Pesquisa Febraban 2026, os usuários dessa funcionalidade avançaram 31% em 2025 e chegaram a 2,15 milhões de clientes, e 33% dos bancos já oferecem o serviço.
O core bancário moderno oferece flexibilidade, interoperabilidade e capacidade de lidar com grandes volumes de dados em tempo real, além dos protocolos de segurança exigidos pelo Open Banking. Sem core preparado para APIs, o Open Banking vira mais uma integração frágil a manter.
Qual o melhor sistema open banking?
O melhor sistema open banking é o que cumpre três critérios: integra-se por APIs às plataformas de open banking, ao core e aos sistemas legados sem retrabalho; garante autenticação, rastreabilidade e aderência às regras do Banco Central e à LGPD; e transforma os dados compartilhados em ofertas e jornadas personalizadas em tempo real.
O FinXperience, família da Topaz One que integra o Open Banking à experiência do cliente, atende a esses critérios com a solução Open Experiences, que permite a integração com diversas plataformas de open banking, e com integração via APIs a sistemas legados e plataformas externas, usando dados comportamentais e transacionais em tempo real.
A camada de segurança vem da integração com a SecureJourney, que oferece autenticação segura em múltiplos canais, com biometria e autenticação comportamental. A família conta ainda com compliance embutido, em arquitetura desenvolvida em conformidade com as regulamentações do mercado financeiro latino-americano.
Os três critérios se desdobram em perguntas objetivas para avaliar um fornecedor de tecnologia de open banking, cada uma ligada a um risco da operação.
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Critério |
Risco que mitiga |
Pergunta ao fornecedor |
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Integração por APIs |
Retrabalho e dependência de integrações manuais |
A solução se conecta às plataformas de open banking, ao core e aos sistemas legados? |
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Segurança e conformidade |
Exposição regulatória e perda de confiança do cliente |
Há autenticação forte, rastreabilidade e aderência às regras do Banco Central e à LGPD? |
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Uso dos dados na jornada |
Dado compartilhado sem retorno comercial |
Os dados alimentam ofertas e recomendações em tempo real em todos os canais? |
O fornecedor que cumpre só a integração entrega conformidade, e o que cumpre os três critérios entrega crescimento. Sistema open banking que não chega à jornada do cliente é custo regulatório com outro nome.
FinXperience: como a Topaz conecta o Open Banking à experiência do cliente
A Topaz, criadora da primeira plataforma full banking do mundo, conecta o Open Banking à experiência do cliente com o FinXperience, família da Topaz One que usa dados, inteligência artificial e comportamento do usuário para criar experiências bancárias personalizadas, com integração ao ecossistema financeiro via open banking.
A família atende bancos, fintechs, cooperativas e varejistas e reúne duas soluções complementares: uma transforma dados de open banking em negócio, e a outra transforma comportamento em retenção.
Open Experiences: dados de open banking transformados em negócio
A solução Open Experiences permite a integração com diversas plataformas de open banking e potencializa a geração de negócios ao utilizar essas informações estratégicas de forma eficaz.
A tecnologia de inteligência artificial da solução proporciona interações mais naturais e personalizadas com os clientes em todos os canais. Dado de open banking só vira vantagem quando chega à conversa com o cliente.
Rentabilização, fidelização e redução de churn: retenção orientada por comportamento
A solução de Rentabilização, fidelização e redução de churn identifica e reativa usuários que estão prestes a desistir ou que nunca interagiram com os serviços da instituição. As experiências são personalizadas segundo preferências e comportamentos, o que melhora a satisfação e amplia as oportunidades de cross sell. Retenção antecipada custa menos que reconquista.
Integração com a Topaz One: APIs abertas do core ao pagamento
O FinXperience se integra ao FinancialCore, na gestão do core bancário com flexibilidade e segurança, à SecureJourney, na autenticação segura em múltiplos canais, e ao TechPay, em soluções de pagamento digital e Pix.
A arquitetura baseada em APIs abertas garante conectividade com sistemas internos e externos, e é essa rede de conexões que sustenta a evolução digital com o mesmo padrão de segurança.
O FinXperience se integra a sistemas legados e plataformas externas com dados comportamentais e transacionais em tempo real, e a arquitetura de implantação híbrida da Topaz, on premise ou em nuvem, combina baixo custo operacional e alta resiliência.
A Topaz One é a primeira plataforma full banking do mundo, com ofertas presentes nos guias de Gartner, Celent e ISG Provider Lens. Nela, dados, autenticação e pagamento operam como partes da mesma arquitetura, e o Open Banking deixa de ser integração avulsa.
A suíte SecureJourney é adotada por 90% do mercado financeiro brasileiro. Essa escala sustenta a camada de autenticação que o Open Banking exige de cada instituição participante. A autenticação facial da família conquistou o selo iBeta, de conformidade com a norma internacional ISO/IEC 30107-3.
A Topaz está presente em 25 países, mais de 300 clientes e mais de 550 milhões de consumidores finais atendidos. Combina experiência global e presença local, com 14 escritórios e mais de 2.000 colaboradores, a décadas de expertise em infraestrutura crítica para o sistema financeiro brasileiro.
O Grupo Stefanini é multinacional brasileira de tecnologia presente em mais de 40 países. Para construir o futuro do Open Banking na sua instituição, com inovação e dados que viram experiência, fale com nossos especialistas e conheça o FinXperience.
Perguntas frequentes sobre Open Banking
Conceito, regulação, segurança e escolha de tecnologia concentram as dúvidas de quem opera ou avalia a participação no sistema financeiro aberto brasileiro.
O que é Open Banking?
Open Banking é o compartilhamento padronizado de dados e serviços financeiros entre instituições autorizadas, feito por APIs e com o consentimento do cliente. No Brasil, o modelo foi instituído pela Resolução Conjunta nº 1/2020 e passou a se chamar Open Finance em 2 de maio de 2022.
Como funciona o Open Banking?
O Open Banking funciona por consentimento e APIs: o cliente autoriza, com prazo e finalidade definidos, que uma instituição acesse seus dados ou inicie serviços em outra. As instituições trocam as informações por interfaces padronizadas, e o cliente pode revogar a autorização a qualquer momento.
Qual a diferença entre Open Banking e Open Finance?
Open Banking designa o compartilhamento de dados e serviços bancários, e Open Finance designa o modelo ampliado a câmbio, investimentos, seguros e previdência. No Brasil, a Resolução Conjunta nº 4/2022 adotou Open Finance como nome oficial do sistema financeiro aberto.
O Open Banking é obrigatório para as instituições financeiras?
Sim, para as instituições dos segmentos S1 e S2 no compartilhamento de dados, conforme o art. 6º da Resolução Conjunta nº 1/2020. As demais instituições autorizadas participam de forma voluntária, e a iniciação de pagamento é obrigatória para detentoras de conta e iniciadores.
O Open Banking é seguro?
Sim. O sistema é regulamentado e supervisionado pelo Banco Central e se apoia em consentimento explícito, autenticação forte, APIs padronizadas e participação restrita a instituições autorizadas, em conformidade com a LGPD.
Por quanto tempo vale o consentimento no Open Banking?
O consentimento tem validade compatível com a finalidade informada ao cliente, limitada a doze meses, conforme o art. 10 da Resolução Conjunta nº 1/2020. O cliente pode cancelar a autorização a qualquer momento.
Qual o melhor sistema open banking?
O melhor sistema open banking integra-se por APIs às plataformas de open banking e ao core, garante autenticação e aderência às regras do Banco Central e à LGPD e transforma dados compartilhados em ofertas personalizadas em tempo real. O FinXperience, família da Topaz One, atende a esses critérios com a solução Open Experiences e integração com a SecureJourney.
Por que contar com a Topaz no Open Banking?
Porque a Topaz, com mais de 300 clientes em 25 países e 14 escritórios, conecta o Open Banking à experiência do cliente com o FinXperience, integrado a sistemas legados e plataformas externas, e reúne dados, autenticação e pagamento na mesma arquitetura.
A Topaz One é a primeira plataforma full banking do mundo, com ofertas presentes nos guias de Gartner, Celent e ISG Provider Lens.
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